Como reconhecer a alguém que está “queimado ou a ponto de queimar-se”

É incrível ver em que quantidade silente se encontram estes tipos de perfis nas organizações e inclusive que poucos deles são conscientes de que o estão e do impacto do seu comportamento no meio e o impacto que tem portanto o meio neles também.

Basta com ver uma gráfica de um relatório DISC. A experiência demonstrou-me além disso, a estreita relação que há entre este tipo de perfil e a forma na que se lidera no seu meio. Coincide com o típico perfil de um NP3 (uma pessoa com habilidade mas pouca motivação) são coincidentemente características de uma pessoa cujo líder lhe está “sobre-liderando” ou “sub-liderando”, tão má uma como a outra. Dependendo do gráfico no que esteja (natural ou adaptado) é mais fácil ou mais complicado de resolver, porque implica dependendo em qual esteja, quanto tempo leve se comportando assim. “O comportamento é uma função da pessoa em base à sua perceção do meio”.

No relatório pode-lo ver quando todas as barras ou pontos estão por embaixo da linha do 50 ou a linha média, se o vês no adaptado é que leva pouco tempo, mas se o vês no natural… OH GOD. Espera-lhe um longo processo de coaching se é recuperável, ou se alcançou o PNR (ponto de não volta) lhe espera um período de transição ou mudança iminente. Tudo isto simplesmente com lhe jogar um vistazo a uma gráfica DISC e sem necessidade de ler o relatório DISC inteiro.

De qualquer maneira, a nível comportamental, a única forma de sair disto, indistintamente do derrotero que vá seguir a pessoa, é atirando de um dos motores, mais bem, do único motor que lhe pode sacar daí. Precisa pôr ênfase em ver a situação como um repto, um desafio, pôr a vista em objetivos claros, precisa ganhar e ir resolvendo passos que lhe dêem um ligeiro chute de dopamina, empowerment e lhe saquem dessa situação de saturação e apatia. Suponho que sabes que me refiro a que potencie o seu “D”. Vá… tudo isto vendo um simples gráfico DISC. Singelamente uma ferramenta maravilhosa, esclarecedora, objetiva e pragmática.

Por Juan Daniel Pérez
Perfer
Analista Conductual Certificado Gold

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